segunda-feira, 17 de maio de 2010

O método Kodály

O método Kodály
Pedagogia
Segundo a pesquisa efectuada é possível chegar-se á conclusão que o conceito e a filosofia de Kodály seguem alguns princípios, tal como descreve Gillian Earl ( 2004 ), que se passam a descrever a seguir:
Começar com a música – a alegria da experiência. A música deve ser ensinada de modo natural, acompanhando o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças, tendo sempre em consideração que as crianças não aprendem através de abstracções intelectuais. Os elementos musicais são absorvidos inconscientemente, e somente com a prática através do canto lido ou escrito serão tornados conscientes.
O solfejo é sempre relativo: Kodály utiliza o Dó móvel, com as mesmas sílabas do monge Guido d'Arezzo (séc. XI). Cada nota, em relação à melodia como um todo, tem um papel (função) diferente do que se fosse uma nota sozinha, separada do contexto. Assim, o solfejo baseado na tónica já introduz, desde cedo, o conceito de função harmónica - ainda que isto não seja necessariamente explicitado numa primeira fase. A associação de gestos manuais com a altura das notas (manusolfa), ligando um som a um movimento corporal, é um possível sinal da influência de Dalcroze.
Para a aplicação prática são usadas as seguintes técnicas:
— leitura por relatividade (do sistema Tonic Sol-Fa de John Curwen, com «dó móvel» inspirado nos hexacordes de Guido d’Arezzo) e leitura por absoluto com as letras;
— fonomímica inspirada em Inglaterra e enriquecida por gestos correspondentes às notas estranhas da tonalidade: fa-fi; ti-la;
— numeração romana para indicar os graus da escala, adaptação do método Galin-Chevé-Paris, adoptado na época destes em Paris;
— fonemas ti-ti-ta (de J. Curwen) para introdução ao ritmo, mas, imediatamente aplicado às notas, iniciando desde logo a leitura global;
— voz, desde o princípio e a anteceder qualquer leitura ou conceito musical;
— interpretação instrumental, sempre que possível, individualmente ou em grupo.

Gestos manuais do sistema Kódaly



Margarida Gravito e Paula Pereira

segunda-feira, 10 de maio de 2010

ensaios da opera

No âmbito da actividade realizada na Esart, mais concretamente a elaburação da ópera em curso pelos alunos e professores desta escola, venho por este meio informar os interecados deste invento que os ensaios iram ser realizados nos dias 17, 22 e 23 do mes de Mio.
ira tambem ser realizado um estagio nos dias 25 a 28 desse mesmo mes no auditorio de Castelo Branco.
Por fim havera um concerto para encerrar esta actividade no dia 28 de Maio em Castelo Branco e dia 30 em Santarem.
Alexandre Pontes

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Orquestra Barroca


Este fim de semana não tem nada de interessante para fazer????
Então aqui vai uma excelente sugestão para este domingo dia 9 de Maio... na casa da música do Porto irá ser apresentada uma orquestra barroca!!!!
Qual a diferença entre uma orquestra barroca e uma orquestra dos nossos dias??
Se não sabe então sugiro ir a descoberta na praça Mouzinho de Albuquerque no Porto as 18h, verá que irá gostar!!!

Bom fim de semana e boa música!!!!

Sara Lopes Antunes

http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=255338

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Teoria de Edwuin E. Gordon -

A Teoria de aprendizagem musical de Edwin E. Gordon ...
É um contributo essencial que pode mudar muitas coisas no campo da educação musical.
Resultado de mais de quarenta anos de pesquisas realizadas em várias universidades americanas, a Teoria de aprendizagem musical faz parte das teorias mais modernas de aprendizagem.
O pressuposto básico dessa teoria é a suposição de que a música pode ser aprendida pelos mesmos mecanismos de aprendizagem da língua materna.
A criança, portanto, deve ser apresentado à música desde os primeiros dias de vida para desenvolver um sentido musical, indispensável para obter o máximo de benefícios da educação formal posterior Todos nós já passou cinco anos completos de aprendizagem formal da língua e por absorção através da emissão dos fonemas primeiro, até chegar às palavras de todo o primeiro ano de vida.
Ninguém dá aulas de línguas para crianças, ninguém espera resultados imediatos. Somente quando a criança está expressa na sua linguagem clara e com uma abundância de palavras (6 anos, na verdade, já tem um vocabulário activo de 13.000 palavras e uma pessoa adulta muito maior) começará a escolarização formal: a leitura e escrita. Quantos filhos, no entanto, estão mais próximos de música num caminho completamente oposto, a partir do pessoal, a classificação das alturas e durações, sem um período anterior de aprendizagem informal? Não admira que, mesmo depois de anos de estudo, poucos são capazes de comunicar musicalmente e espontaneamente através da improvisação, é que isso não depende inteiramente da música escrita.

Gordon na sua pesquisa mostra que há aptidão musical, inatas em cada indivíduo, que desenvolve-se no início da vida em contato com o ambiente musical em que vivemos. É a qualidade deste meio que vai influênciar a criança a aprender música, claramente nos três primeiros anos de vida e, gradualmente, para crianças menores de nove anos de idade ou mais, quando o potencial estabiliza. Por tal facto a importancia de iniciar o caminho da educação musical no recém-nascido.

O material didático proposto, primeiro, é composto de canções e cantos rítmicos, sem letras que atender a três critérios fundamentais: variedade, complexidade e repetição.
Não apenas músicas, mas as músicas e cantos rítmicos em todas as formas possíveis e variados géneros, desde o início deve ser apresentado um reportório vasto e de muito boa qualidade. O uso da voz associado ao movimento do corpo, a utilização de pequenos instrumentos e outros materiais que nada tem a ver com o panorama musical, mas que podem ser utilizados como fios condutores para atinguir a musicalidade dos alunos pequenos, enriquece o quadro de uma metodologia que focaliza os conceitos de liderança e de educação informal e não docente. Criar um espaço onde impera só a música cantada com a livre circulação de fluir espontâneamente, inspirada pela música. Este espaço cria um ambiente repleto de estímulos musicais e promove o desenvolvimento musical das crianças, respeitando o seu processo natural de aprendizagem, certamente representa um passo importante em frente.
O trabalho de Gordon vai preencher uma lacuna no domínio da música, de acordo com os estudos realizados em várias outras áreas do desenvolvimento infantil, em que pensadores como Montessori, Pikler, Goldschmied, Stern e outros defendem uma visão da criança capaz de aprender por si a realidade, num contexto livre e respeitando o seu tempo de assimilação.
Paula Pereira
26/04/2010

Teorias da aprendizagem

Teorias de aprendizagem
Muito se discute sobre as teorias existentes para o ensino músical, e, cada vez mais se procuram novas abordagens de forma a obter melhores e mais rápidos resultados neste campo. Tendo eu estudado um pouco de cada uma delas, gostaria de abordar algumas, especialmente as que me são mais familiares uma vez que as emprego no meu dia a dia e considero serem fundamentais.
A criança, passa por vários estágios de crescimento em que reague mais possitivamente a diferentes estimulos, existindo pedagogias mais adequadas a cada estágio por que passam. Como ser individual que cada um é e existindo várias crianças em cada turma, nem todos absorvem da mesma forma o que lhe é apresentado, por tal facto a necessidade de adequar e variar as estractégeas com o fim de chegar a um maior numero.
Considero que todas as pedagogias existentes tem aspectos positivos podendo complementar-se entre si. Aplicadas de uma forma ludica, consientes do seu poder e acreditando no que apresentamos teremos mais sucesso na transmissão dos conhecimentos.
Paula Pereira
26/04/2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O ensino da bateria

Como professor de bateria vou explicar um pouco o que é este instrumento. A bateria é um instrumento, que nos dias de hoje pertence á família da percussão, esta engloba tudo o que seja ritmo e melodia no caso dos tímpanos, xilofone, vibrafone etc... No entanto a bateria propriamente dita surgiu no príncipio dos anos 30, com a necessidade de juntar três peças essenciais da secção rítmica: o bombo, a caixa e os pratos. Antes desta ideia ter surgido era necessário três músicos para completar a secção rítmica. Com o surgimento das jazz band´s houve então a necessidade de formar uma base rítmica coesa e assim se fez este conjunto ao qual se passou a chamar bateria. A formação de bateristas é tão importante como qualquer outro instrumento, é necessário gosto, dedicação, criatividade e claro muito estudo. Existem vários métodos de ensinar este instrumento, eu uso alguma teórica e muita prática. Na teórica dou formação musical, principalmente estudos rítmicos, solfejar muitos rítmos é muito importante. Na prática um dos estudos principais são os rudimentos e ouvir bastante música.A evolução do aluno depende da dedicação e empenho.

Joel Ferreira 26/04/2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pipe Dream 2

A nova era das técnologias oferece-nos inúmeras possibilidades no mundo da produção musical. Exemplo disso é o video que temos para vos mostrar. Sem necessidade de recorrer a vários instrumentistas consegue-se um trabalho surpreendente!
Apenas com o uso de umas bolinhas...ilusão...ou talvez não!



Paula Pereira, Margarida Gravito, Sara Antunes; Joel Ferreira